Outra Dinâmica
Dinâmica na flor na água
Objetivos:
1º. Refletir sobre as qualidades humanas positivas e negativas.
2º. Estabelecer metas em relação ao próprio comportamento.
3º. Criar um ambiente de trabalho em que se respeite as individualidades e que se compreenda que, como seres humanos, estamos sempre em processo de aprendizagem.
Materiais:
Folhas coloridas (sulfite), tesoura, bacia com água, caneta.
Desenvolvimento:
1º. Organizar os alunos em círculo.
2º. Listar no quadro qualidades humanas (positivas e negativas). Os alunos devem copiá-las em seus cadernos.
3º. Solicitar que os alunos circulem três qualidades positivas que pretendam melhorar e que sublinhem três qualidades negativas que precisam refletir para corrigir no decorrer no ano.
4º. Confeccionar, individualmente, uma flor com o formato apresentado no desenho. Para dar o efeito desejado o miolo da flor deve ter um diâmetro de aproximadamente 3 cm.
5º. Cada aluno deve refletir e escrever no miolo da flor, juntamente com seu nome uma qualidade positiva ou negativa que pretenda melhorar no decorrer no ano.
6º. Dobrar as pétalas, alternando-as e sem vincar.
7º. Colocar no centro do círculo uma bacia com água.
8º. Organizar os alunos em pequenos grupos (sugerimos aproximadamente dez) para que coloquem suas flores na água. Observar o movimento que as pétalas fazem ao se abrir. O efeito é interessante.
9º. Encerrar lembrando os alunos a importância estar sempre atento às suas atitudes na busca de ser melhor a cada dia
*Diversas Dinâmicas*
Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
Textos adicionais: Efésios 6:10-17; Hebreus 13:5; Romanos 12:12, 21.
Material Necessário
1 abajur pequeno sem o quebra-luz
4 quadrados de papel de embrulho dobrados ao meio
Uma caneta hidrográfica ou giz de cera preto
Modo de Preparar
Dobre o papel ao meio e faça um recorte centralizado na dobra de cada quadrado de papel, suficientemente grande para permitir que a lâmpada passe por ele.
Com a caneta ou giz de cera, escreva um pecado em cada uma das folhas dobradas para impedir que a luz brilhe (desobediência, mentira, inveja etc.).
Mensagem
“Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus” (Mateus 5:16).
(Coloque a lâmpada do abajur e as folhas de papel sobre a mesa.)
A lâmpada representa qualquer um de nós. Sem Cristo não temos luz. Pois Ele é a verdadeira Luz e é a Sua luz que refletimos (João 1:9). (Ligue a lâmpada.) Agora que temos luz, devemos deixá-la brilhar (Mateus 5:16).
Algumas vezes, os pecados impedem que Cristo brilhe através de nós.
Primeiro papel: Desobediência. Comente: Quando desobedecemos nossos pais, os professores na escola ou os líderes na igreja, estamos impedindo que a luz de Jesus brilhe através de nós.
(Desdobre o papel com a palavra “Desobediência” e cubra a lâmpada.) Se realmente procuramos ser honestos em tudo, a luz de Jesus irá brilhar intensamente por meio das nossas atitudes e do nosso comportamento (atravesse o papel na lâmpada pelo corte feito, até que esta fique totalmente visível e o seu brilho seja revelado).
Segundo papel: Mentira (Fofoca entre amigos, vizinhos, parentes, etc.).
Contar mentiras também impede que a luz de Cristo brilhe através de nós (coloque o papel cobrindo a luz). Quando vencemos essa tentação (passe a lâmpada pelo corte do papel), estamos deixando nossa luz brilhar. Deus nunca permite que Seus filhos sejam tentados além do que possam suportar (I Coríntios 10:13) e estará sempre dando forças para que eles consigam vencer cada tentação.
Terceiro papel: Negligência (Levantar tarde no domingo de manhã, não estudar a Bíblia, não se alimentar corretamente etc.).
Algumas vezes somos tentados a dormir até mais tarde, a não estudar a nossa Bíblia, não desenvolver bons hábitos alimentares ou fazer tantas coisas que nos prejudicam (coloque o papel sobre a luz). Ao fazer isso, impedimos que a luz de Jesus brilhe através de nós. Quando fazemos o que é correto, vencemos a preguiça, levantamos sempre na hora certa, desenvolvemos bons hábitos (passe a luz pela fenda do papel), estamos deixando a luz de Jesus brilhar através de nós.
REFLEXÃO
Muitas vezes, nós nos esquecemos de que devemos brilhar, que devemos refletir a luz de Jesus. Deus nos permitiu nascer com a missão de mostrar a todos o Seu grande amor em toda a nossa vida. Não devemos viver uma vida “apagada”, sem a luz de Jesus em nós. Vamos começar a deixar nossa luz brilhar hoje mesmo?
TODAS AS RAÇAS
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).
Textos adicionais: Atos 8:26-40; 10:34; Efésios 4:6.
Material Necessário
1 pacote de cada tipo de feijão (feijão preto, feijão branco, feijão carioquinha, feijão jalo, feijão vermelho, soja)
1 figura de Jesus em pé
1 tigela transparente
Papel cartão
Tesoura
Cola
Modo de Preparar
Cole a figura de Jesus em papel cartão e recorte o contorno (a figura deve ter aproximadamente 25 cm de altura).
Use uma tigela transparente para que se possa ver seu conteúdo. Os feijões deverão estar em pacotes separados.
Mensagem
Conte a história de Filipe e o etíope, dando ênfase ao desejo e às necessidades do etíope e ao fato de Filipe haver sido enviado para ajudá-lo. À medida que for contando a história, pegue um feijão branco e mantenha-o à vista enquanto segue falando. Ele representa Filipe. A seguir, segure na outra mão um feijão preto, representando o etíope.
Quando terminar a história, coloque os feijões na tigela.
Esta tigela representa o nosso mundo, com todas as raças existentes.
Feijão Branco
Este feijão representa os anglo-saxões, americanos, ingleses, alemães. Todas as pessoas da raça branca necessitam de Jesus, pois não há outro meio de salvação a não ser em Cristo Jesus.
Feijão Vermelho
Este feijão representa os índios, que também necessitam de Cristo. Se não pudermos ir até onde eles estão, podemos dar nossas ofertas para que outros possam ir e falar a eles do amor de Jesus.
Feijão preto
Há também pessoas de pele negra que necessitam de Jesus. Lentamente, despeje os feijões pretos na tigela e fale a respeito da necessidade que os africanos também têm de conhecer Jesus. Vá acrescentando os outros tipos de feijões, ao falar das diferentes raças que também necessitam conhecer Jesus.
Feijão carioquinha
Pessoas de pele parda, como os hindus na Índia, que necessitam de alguém que lhes explique o evangelho.
Feijão Jalo e soja
Representam os chineses, japoneses, coreanos e todos as pessoas das ilhas orientais pertencentes à raça amarela. Não podemos ir até essas pessoas, mas elas também necessitam de Cristo. Todas as nações necessitam do Evangelho e das boas novas que Filipe transmitiu ao etíope naquele dia, há tanto tempo. Você deseja, assim como Filipe, falar às pessoas do amor de Jesus?
Retire um feijão da tigela, de qualquer cor, e explique que Cristo morreu em favor de cada pessoa, não importa a sua cor. Com a mão, misture os feijões. Fixe a figura de Cristo no centro da tigela e então leia João 3:16. Peça para as crianças repetirem o verso e a seguir cante com elas: “Cristo ama as criancinhas”.
REFLEXÃO
Deus ama todas as crianças. Em toda a Sua Criação podemos perceber claramente a sabedoria e criatividade divinas ao misturar as cores, formas, tamanhos, movimentos e sons.
Cada obra criada por Deus revela a grandeza da Sua criatividade e é por isso que nós não somos iguais. Para Deus, todos somos importantes, não importa o nosso tamanho, nossa voz, o sexo, a cor, a fisionomia etc.
Deus não se agrada quando excluímos alguém. Ele nos ama a todos, igualmente, e deu o Seu filho para salvar a todos.
Quantos gostariam de agradecer a Jesus por esse grande amor?
QUE DIA É HOJE?
Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação” (II Coríntios 6:2).
Textos adicionais: Eclesiastes 11:9; 12:1; Atos 22:16.
Material Necessário
1 relógio redondo
1 vidro de conserva
Pedaço pequeno de tecido colorido para o vestido
Pedaço pequeno de tecido contrastante para a capa
1 laço colorido ou flor artificial
Fita de tecido
Papel-cartão preto
Fita adesiva
Cola quente (opcional)
Barbante
Cartaz com o verso Bíblico
Modo de Preparar
Faça um personagem usando os objetos solicitados. Faça os olhos e a boca com o papel cartão e cole sobre o relógio que será o rosto da Clara. Esse relógio deverá ser preso sobre o vidro de conserva com fita adesiva. Coloque o tecido franzido ao redor do vidro. Amarre-o bem na boca do vidro com o barbante (ou cole com cola quente) e arrume a roda da saia. Corte o outro tecido em forma de capa
e coloque-o ao redor dos ombros da Clara. Amarre com uma fita. Coloque um laço ou flor no “cabelo” da Clara, prendendo-a com fita adesiva ou cola quente.
Mensagem
Estamos felizes por ter conosco hoje uma visitante. Todos nós a conhecemos e a vemos diariamente. Ela está aqui (aponte para o relógio). Seu nome é Clara Informa.
Talvez vocês não saibam que ela pode falar, mas pode. Ela fala conosco muitas vezes durante o dia. (Acerte os ponteiros para o meio-dia.) Por exemplo: “É hora do almoço”, ela diz. Ficamos felizes porque Clara nos lembra que é hora de almoçar!
Clara também nos diz que é hora de ir para a escola (acerte os ponteiros para o meio-dia e meia). A velha e fiel Clara nunca esquece de dizer à professora quando é tempo de ir para casa.
“É hora do jantar!”, ela informa (acerte os ponteiros para as seis horas). A mamãe olha para a Clara o tempo todo e assim sabe quando é hora de colocar os alimentos gostosos sobre a mesa. A Clara não a deixa esquecer.
Sete meia! (Acerte os ponteiros.) “É hora de fazer a lição de casa”, a Clara Informa. “Essa não, Clara! Espere! Espere um pouco!” Mas a Clara não espera. Ela simplesmente segue com seu tique-taque. “Vamos, vamos, ocupem-se”, ela diz.
Então, os ponteiros marcam oito e meia ou nove horas (mova os ponteiros), e a Clara informa: “Hora de dormir!” Algumas vezes você gostaria que ela parasse de dizer o que fazer, mas ela simplesmente prossegue com o seu tique-taque.
Aí, quando você está no melhor do sono, “trim, trim, trim!” (Faça soar o alarme.) “Acorde, acorde seu dorminhoco”, e a Clara informa: “Levante-se, está na hora!” – “trim, trim, trim!” “Você já dormiu bastante!”
“Por favor, Clara, pare!” Mas a clara continua fazendo “trim, trim, trim!”
Clara nos faz muitos outros lembretes – hora de ir à igreja, hora do papai chegar do trabalho, hora do pôr-do-sol...
Mas há mais uma verdade ainda que Clara nos informa o tempo todo, não importa o que estejamos fazendo: “Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação” (escreva o verso em um cartaz ou na lousa e peça para as crianças lerem em voz alta).
(Acerte os ponteiros para a hora atual.) Se você ainda não está fazendo isso, agora é o tempo de começar a viver cada momento para Jesus, hoje é o dia da Salvação!
REFLEXÃO
Por tudo o que a Bíblia nos diz e também pelas profecias, sabemos que estamos vivendo nos últimos tempos desse velho mundo. Agora é a hora de pedir a Jesus que nos ajude a entregar o nosso coração a Ele. Ele sempre está conosco, a cada segundo, a cada minuto, cada hora, dia, semana, ano, afinal, a vida inteira. Jesus, porém, respeita o nosso pensamento, a nossa escolha. Ele não nos obriga a nada, a escolha é sempre nossa. E você pode escolher estar ao lado de Jesus. Você pode escolher pedir a Ele que venha morar em seu coração. Este é o momento certo! Agora é o tempo. “Hoje é o dia da salvação!” Quantos gostariam de escolher estar sempre com Jesus?
MAÇAS ESTRAGADAS
“... Limpa primeiro o interior do copo, para que também o exterior se torne limpo” (Mateus 23:26).
Textos adicionais: Provérbios 16:18; Colossenses 3:8, 9; Apocalipse 21:8; Efésios 4:29; Levíticos 19:17; I João 3:15.
Material Necessário
• 1 maçã vermelha
• 4 fios de barbante com 5 cm cada
• Faca afiada ou estilete
• Giz de cera preto
• Objeto com ponta fina (tesoura, faca, furador de fruta etc.)
Modo de Preparar
Pinte a ponta de cada fio com giz de cera preto e mergulhe-os em água por alguns minutos.
Com a faca, lasque a casca da maçã de baixo para cima em quatro pontos, cuidando para deixar um lado preso, sem soltá-lo totalmente (essas lascas devem ser feitas como se fossem janelinhas no local onde normalmente você colocará os seus dedos para segurar a maçã durante a apresentação). Levante cada lasca da casca e, com o auxílio de um objeto com ponta, faça buracos com 2,5 a 3 cm de profundidade. Coloque um verme (bicho) de barbante em cada buraco, deixado a cabeça preta suficientemente exposta para saltar para fora facilmente. Volte a lasca da maçã para o seu lugar.
Os cortes devem estar totalmente ocultos por seus dedos enquanto a maçã for mostrada às crianças. A maçã deve ser usada imediatamente depois que foi preparada, visto que os buracos logo ficarão evidentes se ficarem escuros.
Mensagem
Reafirme a beleza da maçã e lembre às crianças como é gostoso comer uma maçã quando estamos com fome. Porém, algumas vezes a aparência exterior é enganosa.
Esta maçã está linda por fora e parece estar deliciosa, mas vamos olhar mais de perto... (encontre uma das lascas, mantenha as demais ocultas sob seus dedos e volte a lasca no lugar).
Sim, este é um lugar que não poderíamos ver. Vejam agora!
(Comece a puxar o “bicho” para fora. Puxe cerca de três quartos dele e, se conseguir, dobre-o. Deixe-o nessa posição até que tenha falado a seu respeito; depois, remova-o totalmente.)
Algumas pessoas se parecem com este verme. Parecem ser boas e piedosas porque vêm à igreja normalmente e têm a aparência de serem muito cristãs, porém, interiormente, onde Deus vê, há certos pecados que arruínam sua boa imagem (repita o procedimento com cada “verme”, nomeando um a um pelos pecados relacionados abaixo e fazendo aplicações adequadas).
Vermes (ou bichos)
(Use as referências bíblicas como base para os seus comentários.)
1. Orgulho - Provérbios 16:18.
2. Mentiras - Colossenses 3:9; Apocalipse 21:8.
3. Palavras impróprias, indecentes - Colossenses 3:8; Efésios 4:29.
4. Ódio - Levíticos 19:17; I João 3:15.
REFLEXÃO
É muito comum uma maçã saudável apodrecer após algum tempo fora do pé, mas é impossível uma maçã podre voltar a ser boa. E é exatamente isso o que acontece com o poder de Deus em nossa vida.
Esse é o único poder que transforma algo estragado pelo pecado em algo totalmente puro, saudável e bom. Quantos aqui gostariam de pedir a Jesus que os ajude a serem bons para o papai, para a mamãe e seus coleguinhas? Quero ver as mãos!
DINÂMICA - A Palavra de Deus que transforma
Material:
· Uma bola de isopor
· Um giz
· Um copo descartável
· Uma vasilha com água
Desenvolvimento:
A água é a palavra de Deus, os objetos somos nós.
Com a vasilha cheia de água, vamos mergulhar os objetos.
Então refletimos:
Como a Palavra de Deus age em minha vida???
· Estou agindo como o isopor que não absorve nada também não afunda ou aprofunda?
· Estou agindo como o giz que guarda, absorve a água para si sem compartilhar com ninguém?
· Ou ainda agindo como o copinho que tinha água para passar para os outros, mas sem guardar nada para si?
· Ou agimos como a esponja absorvendo bem a água e mesmo espremendo continuamos com água?
UM FIO DE INSTRUÇÃO
CLARA INFORMA
A ORAÇÃO É A CHAVE
AS DUAS CASAS
UM FIO DE INSTRUÇÃO
"O presente da professora"


- Contar aos alunos que recebeu um presente muito especial e que vai passá-lo para que cada um veja seu conteúdo.
- Brincar com as crianças estimulando-as a tentarem adivinhar o que tem dentro da caixa antes de abrí-la.
- Entregar e pedir que a criança olhe dentro da caixa e passe-a para outro colega sem contar o que viu.
- Depois que todos tiverem visto, recolher a caixa, perguntar o que sentiram ao descobrir o presente da professora e se gostaram do que viram.
- Aproveitar o momento para comentar sobre os objetivos que pretende alcançar durante o ano e sobre as novidades que esperam por eles.
- Para os alunos que ainda não sabem ler, colocar somente o espelho.
Brincadeira e Dinâmicas
Material: Caixa de bombom enrolada para presente
Dinâmica sobre a Vida
Objetivo: Esta dinâmica fará o aluno perceber o valor da vida e o mistério que a envolve.
Material necessário: Papel de seda de várias cores.
1º - A professora deve cortar o papel de seda para que fique do tamanho de um papel sulfite cortado ao meio.
2º - Deve distribuir um pedaço para cada participante, procurando diversificar as cores.
3º - Motivar todos, dizendo que a folha que eles têm na mão é a vida de cada um deles. Pedir para que notem que um lado da folha é liso e o outro, um pouco mais áspero. Isso também ocorre em nossa vida: em alguns momentos é mais tranqüila, em outros, mais áspera. Mas, apesar de tudo, nossa vida vibra.
4º - A professora deve pedir aos alunos que segurem as folhas numa das pontas, fazendo-as balançar para ouvir o barulho (a vibração). Deve explicar que nem sempre tudo é tão bom, nem sempre a nossa vida vibra tanto. Todos passam por maus momentos.
5º - A professora deve perguntar o que “mata” a nossa vida, o que faz com que ela vibre menos, e exemplificar: desemprego, inveja, ciúme, violência... Deve solicitar a ajuda dos participantes para que citem outros exemplos, e cada palavra “morte” enunciada, pedir que amassem o papel, até ficar uma bolinha.
6º - Com a bolinha na mão, a professora pergunta ao grupo: “O que devemos fazer com esta bolinha agora?”. Talvez alguns digam para jogá-la fora. Nesse momento, a professora questionará: “Como vamos jogar fora a nossa vida? O que podemos fazer?”. Alguém poderá dizer para reconstruí-la. “Mas como?” A professora, então, deve motivar o grupo a falar palavras de vida (emprego, amor, amizade, justiça...), e a cada palavra vai-se abrindo novamente o papel.
7º - Com o papel todo aberto, a professora deve questionar: “Mas e agora? Está cheio de rugas? São as rugas do tempo; assim é a nossa vida. O que fazer? Vamos ver se a vida ainda vibra?”.
Nesse momento, pede ao grupo para balançar a folha. Agora a vibração é bem menor.
8º - A professora, então, pede aos alunos para dobrarem as folhas ao meio e recortá-las em duas partes. Juntando essas duas partes, pede para recortá-las novamente, ficando agora com quatro partes.
9º - A professora instrui os alunos a trocar os pedacinhos com os colegas, de maneira que cada um fique com quatro pedacinhos de cores diferentes.
10º - Agora pede para colocarem os pedacinhos de maneira que fiquem um na horizontal e outro na vertical, formando duas cruzes.
11º - A professora pede aos alunos que coloquem o dedo indicador no centro das “cruzes” e modelem uma flor. E acrescenta que a vida, por mais dolorida e cheia de rugas, ainda pode florescer. Às vezes, perde a vibração, mas nunca é tarde para florescer.
Os peixinhos no aquário!

Grupo: Esta dinâmica pode ser utilizada com alunos de várias faixas etárias em diversas disciplinas. Ou ate mesmo em reuniões de pais.Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos.
Comparar diferenças e igualdades.
Tempo: 1 aula
Local: sala de aula ou uma sala grande.
Material: papel pardo, durex, música Peixe vivo, papel sulfite, lápis preto e de cores, borracha, giz de cera, tesourinha etc...)
Desenvolvimento:
Faça o desenho de um aquário do tamanho de um papel pardo e fixe-o na lousa.
Coloque a música Peixe vivo para eles ouvirem e peça que cantem juntos...
Entregue aos pais um pedaço de papel sulfite (1/4) e peça-lhes que desenhem um peixinho, como desejarem... (tenha a disposição lápis preto e de cores, borracha, giz de cera, tesourinha etc...) e depois recortem.
Peça que, assim que terminem, vão à lousa e fixem seu peixinho no aquário.
Após todos fixados, peçam para que eles observem o que realizaram e manifestem o que entenderam sobre a atividade... deixe-os à vontade para falar...
Se necessário , vá conduzindo a conversa para o lado da moral, da ética, do respeito às diferenças individuais.
Pergunte: “Todos os peixinhos estão iguais? (não)
Por que são diferentes?(porque todos somos diferentes, temos gostos diferentes, habilidades diferentes, conhecimentos diferentes).
Todos os peixinhos estão indo para mesmo lado? (não) Porque? (porque temos objetivos, metas e sonhos diferentes, caminhamos por caminhos diferentes, viemos de famílias diferentes, etc..)
Mas apesar de todas estas diferenças todos são iguais nas suas necessidades de sobrevivência.
Como a gente pode transferir estas idéias para a vida escolar? (aquário = escola;
Peixinhos = alunos, professores, funcionários e pais)
Como convivermos juntos, sabendo lidar com estas diferenças, em casa e na escola?”
E assim em diante , de acordo com o retorno dos pais...
Conclusão: As dinâmicas na sala de aula têm uma boa aceitação por parte dos pais e facilitam muito a relação professor-pais.
Dinâmica de confraternização
1) Compra-se 1 ou 2 caixas de bombom dependendo do tamanho do grupo. Embala-se a caixa ou as caixas juntas diversas vezes, sendo que cada embrulho com uma mensagem diferente. Logo, hoverá uma sobreposição de embrulhos com diferentes mensagens em cada um desses embrulhos.
2) O grupo deve estar sentado em círculo.
3) A caixa deve ser dada pelo facilitador ao Professor da turma após um pequeno discurso de homenagem a esse professor seja de boas vindas à turma ou de despedida da turma, ou o que melhor convier no momento.
4) Após o discurso, a embalagem é dada ao professor como um presente, sendo que na mesma estará escrita que deve ser dada a pessoa mais.... seja charmosa, inteligente, amiga, sincera, bonita, alegre e etc.
5) Ou seja, o Dinamizador estabelecerá o tamanho a dinâmica a partir de quantos bilhetes com uma determinada qualidade pessoal estará embrulhado o presente. Assim, se deseja ter 12 características, o presente irá rodar 12 vezes nas mãos de pessoas diferentes ou não no grupo, promovendo maior integração do mesmo.
6) A Dinâmica termina com um último bilhete que dirá:"Esta pessoa que recebe agora o presente irá compartilhar o conteúdo do presente com seus amigos devido o espírito de Natal, do Ano Novo ou qualquer outro motivo existente no momento".
É uma dinâmica fácil, prazerosa e que realmente integra pessoas que já tem um certo convívio em sala de aula. Aconselha-se a fazer no máximo 15 bilhetes para que a Dinâmica não fique muito extensa e não dê tanto trabalho para embrulhar a caixa ou as caixas de bombom tantas vezes que se torne cansativo demais prepará-las.
Dinâmicas de apresentação

Objetivos: Tornar os membros do grupo conhecidos a partir de um aspecto importante de sua personalidade e refletir sobre o processo de escolha e analisar os sentimentos nele envolvidos.
Duração: 30 minutos.
Material: Crachás de cartolina, fita crepe ou cordão, canetas pilot e canetas hidrocor ou gizão de cera, copos de café descartáveis ou outro recipiente não muito grande, algodão, sementes de feijão e água.
Desenvolvimento:
Tribos indígenas dão nome a seus filhos só depois que a criança cresce e mostra alguns aspectos de sua personalidade.
Nós somos índios e cada um vai escolher um nome de acordo com suas características e gostos pessoais. Em seguida, um por um explicará para todos o porquê do novo nome e até o final do encontro nós seremos chamados pelo novo nome, que deverá ser escrito e fixado no peito.
Opcional: Para comemorar nosso novo nome, vamos plantar uma semente e cuidar dela até o fim dos nossos encontros. Vamos colocar no copinho de plástico de café, identificado com o nosso nome indígena, um pouco de algodão, vamos molhar e colocar nele uma semente de feijão que crescerá sob nossos cuidados. Todos os copos ficarão juntos em local definido. O facilitador também plantará a sua semente mas, de propósito, não cuidará bem dela deixando-a sem água alguns dias. Essa semente que não germinará direito e todas as outras plantadas servirão de base para o tema de auto-cuidado.
Pontos para discussão: Discutir o que significa escolher o que os integrantes do grupo sentiram ao fazerem as escolhas e ao serem chamados pelos novos nomes, as dificuldades que tiveram, o que entendem como cuidados, etc.
Aprendendo o Nome
Objetivo: Integrar o grupo e aprender a fixar o nome das pessoas do grupo.
Duração: 20 minutos.
Material: Sala ampla.
Desenvolvimento:
Animador solicita que o grupo, de pé, forme um grande círculo.
A seguir, dá início ao exercício: dá um passo à frente, diz seu nome, acompanhado de um gesto com as mãos ou com todo o corpo, quando então as pessoas do grupo repetem em côro o nome do animador e fazem o mesmo gesto.
Prosseguindo, a pessoa à direita do animador diz seu nome e cria um novo gesto. O grupo repete o nome e o gesto do colega, e assim sucessivamente até todos se apresentarem.
Avaliação: Comentar a respeito da técnica.
Cartão Postal
Objetivo: Conhecer os colegas através de suas características.
Duração: 30 minutos.
Material: Cartões com gravuras diversas em número superior aos participantes.
Desenvolvimento:
1. Espalhar na sala todos os cartões e pedir que as pessoas circulem, olhando todos os postais, procurando, primeiro com o olhar, um com o qual se identifique.
2. Depois de alguns minutos, pedir que cada um escolha o seu cartão e se apresente pelo nome, e pelo motivo que o levou a escolher aquele postal.
Sugestões para reflexão: Levantar com o grupo os pontos comuns e divergentes que apareceram na apresentação e a sua importância nas relações de grupos.
Me toca aqui
Objetivo: Conhecer os colegas.
Duração: 40 minutos.
Desenvolvimento:
Todos do grupo em círculo. A primeira pessoa diz "Me chamo Carlos e me toco aqui" (toca em alguma parte do corpo que mais gosta - ex. cabeça). "Os próximos a se apresentarem deverão apresentar os anteriores, repetindo os nomes e tocando na parte do corpo escolhida pelos colegas: Ex.: "Ele é Carlos e se toca na cabeça" e eu me chamo Maria e me toco aqui..... (ex. joelho). E assim, sucessivamente até completar o círculo.
Se o grupo for muito grande, pode repetir só o último que se apresentou.
Opcional - relacionar as facilidades e dificuldades em falar sobre o corpo, com a educação sexual.
Auto-retrato
Objetivo: Favorecer a integração do grupo, a percepção e o conhecimento do outro através da linguagem não verbal.
Duração: 1 hora.
Material: Folha de papel ofício branco e pincel atômico.
Desenvolvimento:
Pedir que cada treinando faça seu "auto-retrato", escolhendo um objeto ou uma imagem que represente a sua característica pessoal mais marcante. Obs.: Pedir que não coloquem nome na folha e não olhem o trabalho dos colegas.
Assim que terminarem o desenho, o facilitador recolhe todas as folhas e as redistribui, de forma que cada treinando não receba o seu próprio desenho.
Cada treinando vai olhar o desenho que recebeu, imaginar a característica que ele representa e apresentar o possível colega portador desta qualidade. Ex.: Este desenho é um enorme sol, que para mim representa calor humano, amizade, e eu acho que é o Fulano, que tem esta característica. Depois da apresentação, vai pegar a gravura e deixar no centro da sala.
Quando todos terminarem, pedir que cada treinando peque o seu desenho e faça a apresentação de sua característica, dizendo se o colega acertou ou não a característica e o desenho.
Observação: Pode acontecer que na primeira apresentação, alguns treinandos fiquem sem ser apresentados e outros sejam apresentados mais de uma vez.
Sugestões para reflexão:
Como foi identificar o colega pela característica?
Quais as dificuldades encontradas?
Quais os sentidos que vocês tiveram que utilizar? (percepção - atenção - visão ...)
Como você se percebe?
Como as pessoas costumam te perceber?
Como você se sentiu quando o colega estava apresentando a sua característica?
Como você se sentiu apresentando-se?
Atividade complementar: Depois do debate, solicitar que o grupo faça um painel com todas as características, representando "a característica desta turma".
Pontos de reflexão sobre a construção do painel:
Como foi realizada a atividade?
Todos participaram?
Como foi a participação? (lideranças, obstáculos, passividade...).
Como realizamos nossas atividades em grupo?
Que papéis assumimos?
Objeto Intermediário
Objetivo: Refletir acerca das relações intra e interpessoais.
Duração: 1 hora e 30 minutos.
Material: Creative paper, papel pardo, cola e fita adesiva.
Desenvolvimento:
Colocar o criative paper (ou folhas do tamanho de papel oficio, com cores variadas).
Pedir que cada participante escolha 3 folhas da forma que quiser, para representar através de uma dobradura ou outro recurso que considere necessário.
Como ele se percebe consigo mesmo.
Como ele se percebe com outro na relação (de trabalho, escola, comunidade, família..).
Como ele se percebe na relação com o mundo.
Estimular a criatividade.
Apresentar em grande grupo.
Solicitar que represente no papel pardo, utilizando os recurso (dobraduras) com os significados apresentados individualmente, uma construção coletiva sobre a contribuição deste grupo para o desenvolvimento das propostas ou objetivos e/ou atividades...
Apresentação.
Sugestões para reflexão:
1º parte - A inter-relação entre o indivíduo, a sociedade e o mundo:
O que contribuímos individualmente e com o grupo para a melhoria das relações das qualidades do trabalho desenvolvido.
2º parte - Construção do painel:
Como foi desenvolvida a atividade?
Houve participação de todos?
Identificar as atitudes do grupo na elaboração da tarefa, refletir sobre elos e correlacionar com as atividades do seu cotidiano (em família, no trabalho, na comunidade...).
Refletir o que pode ser feito individualmente para melhorar as relações em grupo.
Cadeia de Afinidades
Objetivo: Proporcionar a integração entre os treinandos.
Duração: 30 minutos.
Desenvolvimento:
Fazer um círculo.
Cada um dos participantes vai se apresentar procurando acrescentar dados de sua vida pessoal, qualidades, características, gostos...
À medida em que a pessoa estiver se apresentando, os colegas cujas características forem semelhantes se aproximam e a tocam até que termine a apresentação.
Depois retornam ao seu lugar.
Sugestões para reflexão:
0 Quais as afinidades identificadas?
Quais as diferenças?
Como as afinidades e diferenças interferem nos relacionamentos entre pessoas da mesma fase de vida e em fases diferentes?
Quem é Você?
Objetivo: Ajudar os participantes do grupo a se conhecerem.
Duração: 1 hora.
Desenvolvimento:
Colocar música e solicitar que andem na sala.
Toda vez que a música parar, os treinandos devem formar grupos de 4 e conversar sobre o tema dado pelo facilitador.
Deixar o grupo conversar por alguns minutos, colocar música e pedir que formem sempre novos grupos.
Questões sugeridas:
O que você mais gosta em você?
O que você acha que os outros mais gostam em você?
O que mais gosta em uma amizade?
O que você mais gosta num grupo?
Sugestões para o debate:
Como foram as discussões do grupo?
Quais os pontos mais importantes levantados?
Quais os pontos semelhantes e divergentes?
Chegada: as boas vindas
Objetivo: Auxiliar na apresentação e memorização dos nomes e características d@s adolescentes que participam do grupo.
Duração: 20 minutos.
Material: Sala ampla e pares de balas doces.
Desenvolvimento:
Trabalho individual:
O facilitador passa um saco contendo os pares de balas doces e pede que cada participante retire uma para si.
Após a distribuição aos participantes, pede que cada um procure seu par (de bala igual) e sente-se ao seu lado.
Trabalho em duplas:
A bala é liberada para ser chupada.
O facilitador orienta para que cada um fale ao seu par sobre o que quiser, por 5 minutos.
Trabalho em grupo:
O facilitador pede que os participantes formem um círculo e que cada um apresente o seu par: nome, idade, trabalho, signo, desejos, enfim, tudo o que descobriu sobre a outra pessoa.
É ressaltada a importância de todos estarem atentos às apresentações, pois todos merecem e precisam ser bem recebidos.
Sugestões para reflexão:
Qual o seu sentimento frente ao desconhecido?
Quais as características comuns ao grupo?
Resultados esperados:
Integração do grupo pela apresentação.
Descontração do grupo para iniciar os trabalhos.
Aprofundamento recíproco das características do grupo

